Prevenção é a melhor saída.


prevenção, intervenção, recuperação e reinserção social ao uso indevido do álcool e outras drogas.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

oficina de Texto

O REI E A FÉ
(Colaboração profª Dora – Jandaia do Sul).

Objetivo – Esta aula tem por objetivo, mostrar o valor da crença e da fé neste ser Transcendente que nunca nos abandona, por mais difícil que seja a situação vivencial de nosso cotidiano.

Certa vez, um rei foi caçar com um súdito que tinha muita fé e um imenso amor por  Deus.
Este súdito sempre dizia ao rei que seu Deus era maravilhoso e tudo o que Ele fazia era correto.
Durante a caçada foram surpreendidos por um animal feroz, que atacou o rei. O rei logo gritou  ao súdito que pedisse ao seu Deus que o salvasse, apesar de sua incredibilidade. Eis, que a vida do rei foi salva, porém a fera comeu-lhe um dedo. O rei ficou furioso e mandou prendê-lo por trinta dias na masmorra. Novamente, o rei foi caçar, perdendo-se na mata e deparou-se com uma tribo de canibais, que o aprisionou para devorá-lo. Ao passar pela apreciação da hierarquia da tribo, perceberam que o rei era imperfeito, pois lhe faltava um dedo. Então soltaram-no. Ao chegar no palácio, foi logo solto o súdito que muito feliz, repetiu como sempre:  - Meus Deus é maravilhoso e tudo o que ele faz é correto.
O Rei perguntou: - Se o seu Deus é tão maravilhoso e correto, porque ele permitiu que eu o prendesse? – Meu rei, se eu não estivesse preso, eu estaria com o senhor na caçada, e como eu tenho o corpo perfeito, a quem os canibais devorariam?


1.    Na sua opinião, em que momento o rei valorizou a fé do seu súdito?
2.    Na sua opinião, pode-se identificar no texto a manifestação do sagrado? Que situação é essa?
3.    O que o rei entendeu como manifestação do sagrado, pode ser explicado de outra forma? Qual?
4.    Em que momentos você pensa num ser superior?
5.    Quem nesse texto vivencia sua fé?


oficina de Texto

O REI E A FÉ
(Colaboração profª Dora – Jandaia do Sul).

Objetivo – Esta aula tem por objetivo, mostrar o valor da crença e da fé neste ser Transcendente que nunca nos abandona, por mais difícil que seja a situação vivencial de nosso cotidiano.

Certa vez, um rei foi caçar com um súdito que tinha muita fé e um imenso amor por  Deus.
Este súdito sempre dizia ao rei que seu Deus era maravilhoso e tudo o que Ele fazia era correto.
Durante a caçada foram surpreendidos por um animal feroz, que atacou o rei. O rei logo gritou  ao súdito que pedisse ao seu Deus que o salvasse, apesar de sua incredibilidade. Eis, que a vida do rei foi salva, porém a fera comeu-lhe um dedo. O rei ficou furioso e mandou prendê-lo por trinta dias na masmorra. Novamente, o rei foi caçar, perdendo-se na mata e deparou-se com uma tribo de canibais, que o aprisionou para devorá-lo. Ao passar pela apreciação da hierarquia da tribo, perceberam que o rei era imperfeito, pois lhe faltava um dedo. Então soltaram-no. Ao chegar no palácio, foi logo solto o súdito que muito feliz, repetiu como sempre:  - Meus Deus é maravilhoso e tudo o que ele faz é correto.
O Rei perguntou: - Se o seu Deus é tão maravilhoso e correto, porque ele permitiu que eu o prendesse? – Meu rei, se eu não estivesse preso, eu estaria com o senhor na caçada, e como eu tenho o corpo perfeito, a quem os canibais devorariam?


1.    Na sua opinião, em que momento o rei valorizou a fé do seu súdito?
2.    Na sua opinião, pode-se identificar no texto a manifestação do sagrado? Que situação é essa?
3.    O que o rei entendeu como manifestação do sagrado, pode ser explicado de outra forma? Qual?
4.    Em que momentos você pensa num ser superior?
5.    Quem nesse texto vivencia sua fé?


Oficina de Texto – Ensino Religioso



O PAÍS DE EVILATH – (Luís Fernando Emediato)

            No princípio era tudo escuro, vão e vazio. As trevas cobriam a face do abismo, e eu era muito criança para entender as coisas. Mas, ainda assim, eu percebia que nosso pai não era um homem comum. Ele chegava e saía como se fosse o vento, as águas, o fogo ou o próprio Deus em busca de um sentido para a sua existência.
            Mas pouco a pouco nós fomos crescendo e começamos a entender tudo. Nosso pai procurava o que todos nós haveremos de procurar um dia, se quisermos provar a nós mesmos que estamos vivos. E naquele tempo, como ainda hoje, ele procurava o país de Evilath, onde nasce ouro e todas as pessoas são certamente felizes.
          À noite, sem sono, eu sonhava acordado com esse país estranho. Em Evilath todas as pessoas eram boas e perfeitas. Talvez se comunicassem por sorrisos, quem sabe se beijassem na testa, para dizer bom dia ou boa tarde, quem sabe não houvesse mendigos, nem fome, nem escuridão. Evilath, dizia papai com os olhos brilhando, era um país amplo e largo.
            Às vezes, eu pensava que esse lugar só podia existir na imaginação de papai, mas mesmo assim gostava de fechar os olhos e imaginar todos nós naquele país por onde passava um rio chamado Fison. Era o país do nosso pai, e eu gostava dele.

COMPREENDENDO O TEXTO.

1. “No princípio era tudo escuro, vão e vazio. As trevas cobriam a face do abismo...”

a). Dê um sinônimo para: princípio...começo/início.... trevas......escuridão absoluta..

b) Esse trecho lembra o início de um livro muito importante para a humanidade.
Cite o livro.


2).  O que fazia de Evilath um país estranho?

3) Que tipo de sociedade caracteriza Evilath? Há alguma semelhança com a sociedade em que vivemos? Justifique sua resposta.

4.O Brasil infelizmente ao é Evilath. O que em sua opinião, deve acontecer para que o Brasil se torne esse país?


5) Você se considera feliz? O que é necessário para que uma pessoa se sinta feliz? Faça um quadro  aquilo que o faz feliz e aquilo que o faz infeliz na vida.

6). “Às vezes, eu pensava que esse lugar só podia existir na imaginação de papai, mas mesmo assim gostava de fechar os olhos e imaginar.”
Imagine , um lugar em que todas as pessoas sejam felizes. Escreva, um texto contando como é esse lugar. Invente um título para o seu texto.


segunda-feira, 4 de março de 2013

site: http://www.minhavida.com.br


16 dicas para melhorar a vida da criança com TDAH


Ajude a criança a lidar com a falta de atenção, desorganização e impulsividade

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é o transtorno psiquiátrico mais comum não-diagnosticado entre os adultos e um dos mais prevalentes na população mundial: 3 a 5% de adultos e crianças apresentam o problema, segundo o psicólogo clínico Ronaldo Ramos, diretor executivo da Associação Brasileira de TDAH. Um novo levantamento feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também mostra que o consumo do medicamento metilfenidato, usado para o tratamento de hiperatividade, cresceu 75% de 2009 a 2011 por crianças com idades entre seis a 16 anos.

"O uso de medicação contra TDAH pode ser iniciado por volta dos oito anos de idade, de forma a estimular uma maior produção de neurotransmissores no cérebro da criança e melhorar a atenção", explica o psicólogo Ronaldo. Mas é preciso fazer um diagnóstico preciso da doença antes e - se realmente for detectado o problema - aliar ao tratamento medicamentoso terapias e alguns hábitos diários. Confira o que especialistas recomendam aos pais e responsáveis para melhorar o convívio, o bem-estar e o desenvolvimento da criança.  



Regras são necessárias

A neuropsiquiatra Evelyn Vinocur, especialista em TDAH, dá a seguinte recomendação: "Estabeleça regras de modo simples e específico e escreva-as em post-its que fiquem em locais de fácil visão para o seu filho". Você também pode pedir para que ele repita as instruções, de forma a fixá-las, mas sem esbravejar - sempre com paciência.

Segundo o psiquiatra infantil Gustavo Teixeira, professor visitante do Departament of Special Education da Bridgewater State University, nos Estados Unidos, crianças com TDAH apresentam dificuldade em se organizar, são "esquecidas". "Devemos auxiliar com estratégias que prendam a atenção e as façam se lembrar de compromissos e regras", explica o médico. 
Mãe abraçando o filho - Getty Images

Reforço positivo

Gustavo Teixeira conta que elogios são bons exemplos de reforço positivo em casos de bons comportamentos: "Vamos lá", "você consegue", "parabéns", "bom trabalho". Fique atento a todas as oportunidades para elogiar sempre que ele fizer algo corretamente. "Mas tenha cuidado para não exagerar demais quando há pequenos acertos, pois ele vai perceber", comenta Evelyn Vinocur. Procure elogiar o que há de melhor na criança. 
Pai dando bronca na filha - Getty Images

Limite de críticas

Se não for possível elogiar o comportamento, dê um retorno mesmo assim - sempre por meio de um diálogo. Lembre-se de que isso não é um passe livre para criticar demais a criança, mas sim esclarecer o que seria mais apropriado e esperado dela naquele momento. "Criticar demais prejudica a autoestima da criança, que é ainda mais vulnerável por causa do TDAH", explica o psiquiatra infantil Gustavo. Cobre empenho e não resultados. 
Mãe e filha anotando um calendário com as atividades - Getty Images

Planeje as atividades

"Crianças com TDAH apresentam dificuldade em gerenciar o tempo e se organizar em qualquer atividade", explica Gustavo Teixeira. Por isso, ajude o seu filho a mudar de forma suave e gradativa, planejando com antecedência as atividades. Procure também preparar a criança para qualquer mudança que altere a sua rotina, como festas, mudanças de escola ou de residência.
Filho destruindo os brinquedos - Getty Images

Paciência e humor

É verdade que todos os pais precisam ter muita paciência e bom humor para educar os seus filhos, mas pais de crianças com TDAH precisam reforçar um pouco mais esse cuidado. Pode ser difícil entender algumas atitudes impulsivas da criança, que tende a agir e falar em alguns momentos sem pensar ou a não prestar atenção em assuntos importantes. "Com senso de humor e calma, você terá condições de evitar conflitos", sugere Evelyn Vinocur. 
Pais discutindo com a criança na frente - Getty Images

Respeito e compreensão

"Tenha sempre em mente que você está lidando com uma condição médica que seu filho tem e não com uma falha de caráter", afirma Evelyn Vinocur. Espere que seu filho tenha dias bons e ruins, mas lembre-se de que culpar o seu filho, você ou seu companheiro não vai ajudar em nada. "Todos vocês estão juntos no mesmo barco e fazendo o melhor que podem", diz a neuropsiquiatria.

Não se esqueça de que seu filho está tentando corresponder às expectativas, mas às vezes não consegue por conta das características do TDAH. Procure não desanimar diante dos obstáculos. Converse bastante com especialistas para se sentir melhor e mais seguro diante de suas atitudes com a criança.  
Criança cheia de dúvidas - Getty Images

Seja objetivo

Mantenha limites claros e consistentes, olhando nos olhos da criança sempre que for falar e relembrando-os com frequência. "Não fale muito nem seja mole demais - responda com clareza a ação apropriada", sugere Evelyn Vinocur. Dessa forma, você facilita o entendimento e a compreensão das regras. 
Irmaõs competindo no braço de ferro - Getty Images

Evite comparações

Se você tem mais de um filho, não faça comparações entre eles. "Cada criança tem suas facilidades ou dificuldades específicas e fazer comparações pode estimular a competição entre elas e prejudicar a autoestima", esclarece o psiquiatra infantil Gustavo.  
Criança pensando e conversando com o pai - Getty Images

Saiba o que a criança está sentindo

Não sabe como? O diálogo é sempre o melhor caminho. "Conversar, explicar, orientar, apoiar e procurar entender as dificuldades da criança é fundamental para ajudar no desenvolvimento acadêmico e social", afirma Gustavo Teixeira. Nessas conversas, procure sempre perguntar do que a criança precisa e o que está achando das coisas. É claro que não vai dar para atender a todos os pedidos dela, mas é possível estabelecer acordos.  
Mãe ajudando filho a terminar tarefa - Getty Images

Atividades sempre finalizadas

Ensine a criança a não interromper as atividades. O psicólogo clínico Ronaldo Ramos, diretor executivo da Associação Brasileira de TDAH, conta que a criança com a doença tem dificuldade de completar tarefas porque há outros estímulos dentro do ambiente que ela está que chamam a sua atenção, dificultando o foco. "Procure estabelecer um período certo para a tarefa que não seja muito prolongado, incluindo também alguns momentos de descanso entre uma atividade e outra", sugere o especialista. 
Quarto da criança - Getty Images

Quarto sem estímulos exagerados

O quarto não pode ser um lugar repleto de elementos que vão desviar o foco da criança, como brinquedos, pôsteres, etc. "Isso não quer dizer que não é possível decorar o ambiente do seu filho, mas sim que é preciso isolar alguns locais específicos", explica o psicólogo Ronaldo, que dá um exemplo: o canto onde a criança vai estudar precisa ser uma escrivaninha com poucos objetos em cima e sem muitos pôsteres na parede. "Esse cuidado é uma forma de melhorar o rendimento da atenção." 
Mãe e filha praticando exercícios - Getty Images

Estimule a pratica de atividades físicas

A criança com TDAH que tem agitação psicomotora pode se beneficiar dos exercícios físicos. "É bom intercalar atividades mais calmas com atividade física, como forma de lazer e para gastar um pouco da energia e diminuir a agitação", explica Ronaldo Ramos. Mas é importante estabelecer regras: pode jogar futebol por uma hora, por exemplo, e não durante mais de quatro horas seguidas. "A criança pode não ter limites se gostar muito da atividade, a ponto de não se dedicar a outras atividades e ficar exausta", conta o psicólogo. 
Crianças vendo livro infantil juntas - Getty Images

Estimule amizades

É por meio do contato com outras crianças que o seu filho também irá aprender algumas regras de sociabilidade e estabelecer limites para suas atitudes. "As crianças hiperativas falam tudo o que vem à cabeça, sem filtrar, e podem se tornar desagradáveis nos relacionamentos", diz o psicólogo Ronaldo. "Já as crianças que são mais desatentas tendem a ser mais introspectivas, precisando de um estímulo para se relacionar." Procure sempre conversar com os professores da escola para saber como anda o convívio do seu filho com os colegas e o comportamento de todos. 
Pai ensinando filho a preparar salada - Getty Images

Estimule a independência

É nos pais que a criança com TDAH encontra um porto seguro que está sempre à disposição para ajudá-la a se organizar, a agir e a não perder o foco. "Não é errado, mas é preciso fazer com que ela aos poucos se lembre das regras e se organize sozinha", recomenda Ronaldo Ramos. 
Jogo de tabuleiro - Getty Images

Brincadeiras com jogos e regras

Além de serem divertidas, essas brincadeiras desenvolvem a atenção da criança e permitem que ela se organize por meio de regras e limites. Desse modo, o filho aprende a participar e a compreender momentos de vitória, empate e de derrota. 
Criança dormindo no colo da mãe - Getty Images

Recarregue a "bateria"

Algumas crianças com TDAH podem descarregar a energia rapidamente. Se for o caso do seu filho, procure sempre incluir momentos na rotina para recarregar a disposição: um simples cochilo durante o dia, o hábito de passear com o cachorro, um fim de semana diferente longe de casa, entre outras atividades. Descubra como a sua criança pode se sentir melhor. 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Álcool e gestantes


Você sabia que a gestante
que abusa do álcool
durante a gestação faz do
feto um co-consumidor
de álcool, uma vez que a
placenta não filtra o álcool
do sistema circulatório
da mãe para o feto. O
resultado pode ser uma
Síndrome Alcoólica Fetal -
SAF, com lesões possíveis,
como deficiência de
crescimento intrauterino
e pós-natal, microcefalia,
dentre outros. Também são
frequente deformações
físicas, principalmente, nas
extremidades, na cabeça,
no coração e nos órgãos
genitais. Outro sintoma
frequente é a síndrome de
abstinência, que se instala
no recém-nascido logo
após o parto, podendo levar
a uma morte repentina
após horas de vida, e que
nem sempre é devidamente
diagnosticada.
Após 40-60minutos de
ingestão de álcool por uma
gestante, a concentração de
álcool no sangue fetal fica
equivalente à concentração
de álcool no sangue da
mãe.

terça-feira, 10 de julho de 2012


2. DEPENDENTE QUÍMICO: UM SER HUMANO
Dentro de um programa de recuperação terapêutico-educativo é importante considerarmos alguns aspectos gerais sobre a concepção do ser humano “dependente químico”: 
  1. Acima de tudo é um ser capaz de entender, querer e decidir, mesmo considerando o abismo em que se encontra, mas com um problema a mais. Este problema se manifesta através do sintoma da dependência química mascarando, em vários níveis, a perda de autonomia e liberdade pessoal para fazer projetos, escolhas e tomar decisões.
  2. Mesmo com a doença manifestada conserva todas as capacidades e possibilidades de resgatar a autonomia individual, a capacidade de escolher e decidir.
  3. Conserva a capacidade e possibilidade de transformar a sua problemática humana em um projeto: tem a possibilidade de projetar inicialmente, e viver, depois, uma existência repleta de significados e valores. Pode, a qualquer momento, valorizar a si mesmo se descobrir o significado da sua história pessoal.
  4. É um ser humano confuso e ferido: está fazendo mal a si mesmo e, neste momento, é incapaz de se defender. Por isso necessita de uma ajuda externa que o acompanhe em uma nova direção e o sustente com amor e profissionalismo.
  5. É um ser humano sozinho, fisicamente separado dos outros, emocionalmente fechado, socialmente marginalizado que, porém, não perdeu a criatividade, a necessidade de “pertencer”, de fazer amizades e ter amor.
  6. Um ser humano capaz de confrontar, estimar, respeitar, perdoar, de mostrar qualidades e de ter consciência. È um protagonista, digo, comunicativo e dinâmico que expressa. Muda, cresce. Desenvolve-se partindo de si mesmo em direção aos outros.
  7. Um ser humano feito para viver em grupo expressando sentimentos, fatos, acontecimentos para resgatar valores comuns e reduzir as tensões sociais.
  8. Um ser humano  único e personalizado na sua dimensão familiar e social. Único porque é um ser vivo: valor máximo e transcendente a qualquer ouro em sua história, que pode ser sujeito e jamais objeto, objetivo e fim jamais, instrumento e meio para conseguir algo.
  9. Concluindo: é uma pessoa capaz de renascer e reprojetar a própria vida em direção a autonomia e liberdade, através de um relacionamento intenso, da sua criatividade, de novas relações familiares, de sua presença ativa e dinâmica no seu grupo social.
  
3. SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS
Conforme definição da OMS (Organização Mundial da Saúde) são consideradas substâncias psicoativas todas aquelas de origem natural ou sintética, incluindo álcool, que uma vez utilizadas, modificam as percepções sensoriais.

Não fazemos distinções entre substâncias leves, pesadas, estimulantes, depressoras ou alucinógenas porque não consideramos o sintoma da dependência química através das substâncias psicoativas utilizadas, mas sim através da problemática humana que está por trás de tudo.

Isto não significa que ignoramos as substâncias químicas e os efeitos que estas causam às pessoas. Quando se faz necessário tratar sintomatologia que as drogas causam às pessoas, estas devem ser encaminhadas aos serviços médicos especializados.

Partimos do pressuposto que qualquer pessoa, se desejar verdadeiramente, pode parar de fazer uso de qualquer substância química sem que isso possa acarretar-lhe algum problema físico sério. A experiência nacional e internacional tem demonstrado que os sintomas da abstinência podem ser “represados” dentro da Comunidade Terapêutica, na maioria dos casos, pela alta coesão do ambiente criado pelo grupo.

Dramatizar a crise de abstinência, muitas vezes, é um jogo das pessoas que querem parar de usar drogas, porém não estão dispostas a lutar verdadeiramente para conseguir. Isto reforça o comportamento típico do dependente químico, ou seja, conseguir alguma coisa sem, na verdade, “lutar para”, como é a dinâmica que a vida impõe a todos os seres humanos. A droga esconde o sentimento de incapacidade, falência, impotência, etc.  

Para que haja um processo de recuperação é necessário:

  • O abandono total de quaisquer substâncias psicoativas (exceções para pessoas com comprometimentos neurológicos ou distúrbios psiquiátricos além do quadro da dependência química),
  • Mudança dos comportamentos e
  • Mudança de estilo de vida.

  • A dependência química não pode ser tratada com medicação alternativa para aliviar o sofrimento que a própria doença causa porque este tipo de medicação impede o dependente de entrar em contato consigo mesmo, perpetuando o seu estado de dependência. Nenhum dependente consegue fazer uso de substâncias psicoativas todos os dias na quantidade e qualidade que deseja; algumas vezes não faz uso por diversos dias e não morre por crise de abstinência.

    Sabemos que a crise de abstinência pode ser sentida, mas o dependente,muitas vezes, quer impressionar para ver se consegue algum tipo de medicação alternativa quando não consegue obter a dose habitual. O dependente não precisa de nossa compaixão ou pena pelo mal-estar provocado pela crise de abstinência . A manipulação do dependente intensificando os próprios sintomas da crise é quase automática. Porém, quando eles demonstram o desejo de parar de usar e recebem a ajuda adequada, existe uma grande possibilidade de deixar a droga. Este é o momento de oferecermos uma proposta alternativa e uma mudança de estilo de vida.

    Devemos evitar intervenções confusas que podem prejudicar o dependente. A qualquer momento que o dependente não consiga ou não queira aceitar as propostas do programa deve ter a liberdade de fazer outras escolhas (é importante se fazer uma última tentativa no intuito de ajudá-lo a entender o porquê de outras escolhas) ou ser encaminhado a outras propostas. É importante evitarmos a confusão, pois este é o terreno predileto do dependente.

    1. MOVIMENTO DAS COMUNIDADES TERAPÊUTICAS 
    Em 1860 foi fundada uma organização religiosa chamada Oxford. Esta organização era uma crítica à Igreja da Inglaterra e seu objetivo era o renascimento espiritual da humanidade. Originalmente chamada Associação Cristã do I Século, acabou mudando de nome em 1990 para Moral Rearmement. Este grupo, conhecido como Grupo de Oxford, buscava um estilo de vida mais fiel aos ideais cristãos: se encontravam várias vezes por semana para ler e comentar a Bíblia e se comprometiam reciprocamente a serem honestos. 

    Após 10-15 anos, constataram que 25% dos seus participantes eram alcoolistas em recuperação. 

    Nos Estados Unidos, participantes deste grupo se reuniam para partilhar o empenho e esforço que faziam para permanecer sóbrios; desta maneira nasceu o primeiro grupo de Alcoólicos Anônimos (AA – fundado em Akron – Ohio, pelo cirurgião Bob e o Corretor de New York Bill, em 1935) que com o passar dos anos se tornou o maior grupo de Auto-Ajuda do mundo. 

    No dia 18 de setembro de 1958, Chuck Deberich e um pequeno grupo de alcoolistas em recuperação decidiram viver juntos para, além de ficarem em abstinência, buscarem um estilo alternativo de vida. Fundaram em Sandra Mônica, na Califórnia, a primeira CT (Comunidade Terapêutica) que se chamou Synanon. Adotaram um sistema de relacionamento direcionado em uma atmosfera quase carismática, o que para o grupo foi muito terapêutico.

    A aplicação do conceito de ajuda às pessoas em dificuldades, feita pelos próprios pares, era a base das relações vividas na Synanan, posteriormente em Daytop, onde cada pessoa se interessa e se sente responsável pelas outras. Desde o início acolheram alguns jovens que estavam tentando ficar em abstinência de outras drogas e em decorrência disto a Comunidade Terapêutica que teve seu início com uma CT para alcoolistas, abriu suas portas para jovens que usavam outras substâncias psicoativas. 

    Este tipo de alternativa terapêutica se consolidou e deu origem a outras CTs que, conservando os conceitos básicos, aperfeiçoaram o modelo proposto pela Synanon.

    A Comunidade Terapêutica DAYTOP VILLAGE é o exemplo mais significativo deste tipo de abordagem. Foi fundada em 1963 pelo Monsenhor William O`Brien e David Deitch, tornando-se um programa terapêutico muito articulado.

    Com a multiplicação das iniciativas deste tipo de abordagem terapêutica na América do Norte, a experiência atravessou o Oceano Atlântico e deu início a programas terapêuticos no norte da Europa, principalmente na Inglaterra, Holanda, Bélgica, Suécia e Alemanha.

    No início de 1979 a experiência chegou na Itália onde se fundou uma Escola de Formação para educadores de CTs e os educadores que passaram pela Formação deram um novo impulso na Espanha, América Latina, Ásia e África.

    No campo psiquiátrico acontecia uma outra revolução: a experiência de comunidade terapêutica democrática para distúrbios mentais. O psiquiatra escocês MAXWELL JONES, trabalhando durante o período da II Guerra Mundial no hospital Maudsley em Londres e, sucessivamente nos de Henderson e Dingleton, de 1945 a 1969, transformou o trabalho tradicional e, como terapia, utilizava a psicoterapia individual e de grupo, eliminando ao máximo, o uso de medicação e envolvendo os pacientes nas atividades propostas.

    O ex-psicanalista americano, Hobart º Mowrer, impressionado positivamente pela capacidade de recuperação através da abordagem das CTs, começou a estudar o fenômeno, sua história, os conteúdos e descobriu, através de diferentes experiências, pontos em comum que confirmaram algumas de suas hipóteses. A saber: 

    Compartilhar: é um dos valores fundamentais comuns. A referência não é somente em relação aos bens, mas de compartilhar com os membros do grupo o que cada um possui do ponto de vista humano.

    Honestidade: é um outro ponto forte que emerge do fenômeno das CTs: “Participe do grupo e fale coisas de você, não de política, trabalho ou de outras coisas. Fale do que provoca medo e dor dentro de você” (Synanon). É uma referência clara à necessidade do ser humano de comunicar-se, sem máscaras, em relações humanas autênticas. Esta honestidade diante do grupo é um valor muito antigo; apareceu nas primeiras comunidades cristãs e era chamada confissão aberta ou auto-revelação. Outra característica que aparece nos estudos do Dr. Mowrer é o abandono, nas relações terapêuticas, da posição clássica vertical médico e paciente. As interações que se estabelecem entre as pessoas rompem as estruturas rígidas da hierarquia, do cargo e oferecem mais possibilidades de ajuda. As funções, muito flexíveis, garantem a estrutura e a organização da vida comunitária. A atenção é colocada sobre o indivíduo no grupo ou na comunidade. Ele é o verdadeiro protagonista das ações terapêuticas porque sabe do que precisa, porém, sozinho, é incapaz de buscar, por isso a importância da auto-ajuda. Cada indivíduo é responsável pelo seu próprio crescimento e pede a ajuda necessária aos outros componentes para se ajudar. Sendo assim, cada um é “terapeuta” para si mesmo e para os outros componentes do grupo, da comunidade. A hierarquia é, unicamente, funcional e não interfere nas relações entre as pessoas.
    A vida comunitária não poderá ser terapêutica se não desaparecer a dualidade equipe-residente. Isto significa que enquanto existir dentro da mesma estrutura o grupo que “faz” o tratamento e o grupo que “recebe” estamos muito longe da verdadeira terapia de grupo na CT.
    O agente terapêutico não é a estrutura da CT, as regras, os instrumentos, mas tudo aquilo que estes instrumentos podem fazer para que cada residente possa viver, experimentar uma relação verdadeira e o amor entre as pessoas. A observação do comportamento instrumentaliza o indivíduo e o grupo a avaliarem os processos e o grau de integração social alcançados.
    A observação objetiva das ações propicia a cada pessoa se responsabilizar pela avaliação de sues progressos, de seu crescimento e permite ao grupo a possibilidade de fazer distinção entre a pessoa e seu comportamento. 
      
    Espiritualidade: todos esses grupos são capazes de resgatar e mobilizar a energia espiritual de seus componentes para que os mesmos encontrem a coragem necessária para enfrentar e buscar os objetivos propostos. A energia espiritual pode reintegrar a pessoa consigo mesma, com o grupo, com a comunidade, com a sociedade, com o seu Poder Superior. A CT tem capacidade de criar um ambiente ecumênico e oferecer os instrumentos para que o indivíduo tenha a oportunidade e a liberdade necessária para procurar sua própria origem e responder de maneira adequada a sua própria dimensão espiritual.
      
    Algumas considerações de Elena Goti (1997) sobre a abordagem Comunidade Terapêutica:

  • Deve ser aceita voluntariamente;
  • Não se destina a todo tipo de dependente (isto ressalta a importância fundamental da Triagem como início do processo terapêutico. Muitas vezes algumas CTs, através de suas equipes, se sentem onipotentes e “adoecem” acreditando que se o residente não quiser ficar na CT é porque não quer recuperação. Não consideram que o residente tem o direito de escolher como e onde quer se tratar);
  • Deve reproduzir, o melhor possível, a realidade exterior para facilitar a reinserção;
  • Modelo de tratamento residencial;
  • Meio alternativo estruturado;
  • Atua através de um sistema de pressões artificialmente provocadas;
  • Estimula a explicação da patologia do residente, frente a seus pares;
  • Os pares servem de espelho da conseqüência social de seus atos;
  • Há um clima de tensão afetiva;
  • O residente é o principal ator de seu tratamento. A equipe oferece, apenas, apoio e ajuda.

  • Do ponto de vista cultural, o fenômeno moderno da CT está inserido na proposta da filosofia existencial que deu vida à escola da psicologia denominada Humanista.
      

    segunda-feira, 11 de abril de 2011

    Entrevista

    GILSON ROSA DE DEUS GRADUADO NA CTSFA

    Gilson, fale um pouco de você.
    Sou solteiro, tenho 40 anos, sou natural de Pompeu, mas resido em Samonte desde agosto de 2010, fui funcionário concursado da prefeitura de Pompeu por 16 anos.

    Quando e como se envolveu com Drogas?
    Bem cedo acho que com 14 anos, não tinha bom relacionamento com meu Pai, comecei bebendo depois gradativamente fui me envolvendo com outras drogas, primeiro maconha, depois cocaína, nos últimos três anos antes de me internar usei o crack.

    Como foi essa experiência no mundo do álcool e das drogas?
    No inicio era divertido, muita farra, mas depois só tristeza e desespero, o prazer tinha acabado, usava para viver e vivia para usar.

    Quando decidiu procurar ajuda?
    Já estava no fundo do posso, a um passo da loucura, e com a ajuda de um amigo que conhecia o Silvério, consegui uma vaga aqui na fazendinha de Samonte, me internei no dia 24/04/2009.

    Como foi seu tratamento?
    Tive dificuldades no inicio, passei por tribulações também, pois não é fácil permanecer internado por nove meses voluntariamente, mas a partir do momento que me conscientizei que necessitava de cumprir meu tratamento, foi tranqüilo e com a graça de Deus e ajuda dos coordenadores dessa casa maravilhosa, graduei no dia 14/02/2010.

    E sua vida agora como está?
    Ótima, pedi licença da prefeitura de Pompeu e passei a residir aqui em samonte, trabalho hoje de carteira assinada, e também ajudo o Cacá lá no escritório da fazendinha.Hoje vivo uma vida tranqüila, mas com muita paz de espírito, queria aproveitar para deixar um agradecimento especial para todos coordenadores da fazendinha, para o Cacá e a Renata, Dra Silvia, Patrícia Teixeira, Dona Dica e demais pessoas que tanto me ajudaram para que eu esteja estabilizado aqui hoje.

    Deixe uma mensagem para as pessoas que possam estar com problemas, parecidos com os seus?
    O álcool e as drogas são muito sedutores, é muito fácil entrar, mas difícil de sair, aconselharia que ninguém experimentasse, mas se já estiver com problemas, procure ajuda, não tenha vergonha, com certeza vai encontrar pessoas que muito se empenham a ajudar, no mais quero desejar a mais sincera PAZ DE CRISTO a todos.

    quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

    Entrevista JOSÉ ANTÔNIO DE MELO NETO

    Quem é você?
    Meu nome é JOSÉ ANTÔNIO DE MELO NETO, sou nascido e criado em Samonte.

    Como e quando você começou a se envolver com drogas e álcool?
    Comecei a beber entre 16 e 17 anos e fui me envolver com drogas com 25 anos para 26 anos e consegui vencer e paralisar essa doença aos 31 anos com a GRAÇA DE DEUS, que veio canalizada nas pessoas envolvidas na COMUNIDADE TERAPÊUTICA SÃO FRANCISCO DE SÃO ASSIS.
    O que aconteceu pra você tomar a atitude de se tratar?
    Foi quando me vi num beco sem saída, no fundo do poço e só pensava em morrer. Eu só me envolvia com pessoas erradas e coisas erradas e já não tinha nenhuma Esperança. Então, pedi ajuda às pessoas certas na minha família que é a base de tudo.
    E como está sua vida atualmente?
    É como se eu vivesse um pesadelo. Aliás, eu vivia um pesadelo e agora vivo ou pelo menos tento viver o que DEUS quer para todos nós: a Felicidade. Mas, é uma Felicidade duradoura e não a que eu vivia correndo atrás que era momentânea.
    Fale um pouco sobre o GRUPO DOS GRADUADOS:
    Na Comunidade aprendi a caminhar no grupo aprendendo com ótimas pessoas como me manter no caminho e só tenho a que agradecer por existir esse Grupo.

    Deixe uma mensagem para as pessoas que estão enfrentando problemas desse tipo: Na primeira pergunta eu disse meu nome, mas, com o uso de drogas, meu nome era malandro, safado, ladrão... Até meu nome foi se perdendo com o tempo. Mas, eu pedi ajuda a DEUS e Ele me ouviu. E a primeira coisa que Ele me deu foi o meu nome de volta: José Antônio que não era como me chamavam.
    Se você estiver vivendo esta angústia, seja humilde, peça ajuda e volte a ser uma pessoa e não um zumbi.
    DEUS TE QUER FELIZ, BASTA CONFIAR NELE!

    domingo, 1 de agosto de 2010

    Espiritualidade e drogas, como é isso?

    A base fundamental do trabalho realizado na Comunidade Terapêutica São Francisco de Assis, é a espiritualidade. Fazemos o trabalho com orientação católica, mas não há na comunidade nenhum tipo de distinção religiosa; qualquer pessoa de qualquer religião ou que nem tenha uma pode ser interno. Queremos dizer que na maioria dos casos o recuperando tem muito pouca ou nenhuma orientação espiritual, e talvez seja isso que falte em sua vida, para ele se encontrar ou descobrir qual sua função no mundo.

    Porém, a espiritualidade que é a base fundamental da CTSFA é feita com moderação, tentamos evitar ao máximo o fanatismo religioso, tão perigoso quanto qualquer vicio, veja: “Dois homens subiram ao templo para orar, um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, de pé orava assim consigo mesmo: Ó Deus te dou graças porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda como este publicano, jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito dizendo: Ó Deus tem piedade de mim, pois sou pecador! Digo-vos este saiu justificado para sua casa, e o outro não, pois todo aquele que se elevar será humilhado e todo aquele que se humilhar será elevado.” Ao dizer estas sabias Palavras nosso mestre Jesus, nos ensina que ninguém é melhor que ninguém, que somos todos iguais perante Deus, não importando raça, crença, orientação sexual, poder econômico, nível cultural, profissão, etc. isso nos mostramos lá na fazendinha.

    Portanto, todos têm os mesmos deveres e obrigações e todos comem a mesma coisa seja rico ou pobre, analfabeto ou com curso superior, não importa, será tratado da mesma forma, embora a sociedade faça esse tipo de distinção, ou seja, rotula as pessoas, nós mostramos que é possível convivermos em harmonia desde que não nós julguemos melhores que ninguém.

    “Amai o próximo, como ama a si mesmo” o que Jesus quis nos dizer: não faça a ninguém o que você não gostaria que fizessem com você, enquanto estudiosos, filósofos e pensadores do mundo inteiro debatem, discutem e tentam encontrar soluções para acabar com os problemas mundiais (fome, violência, drogas, etc); Jesus já deu a solução faz tempo, basta as pessoas começarem a pensar no outro em vez de apenas em si mesmo (não haveria violência, adultérios, abortos, mal tratos, homicídios, fome, etc...). Isso se chama caridade, muita gente se vangloria depois de dar uma esmola a alguém necessitado, mas a caridade é muito além disso, a caridade é se doar ao outro, mesmo que não o conheça, quantas pessoas abririam mão de um prazer ou desejo pessoal, para ajudar alguém, você que esta lendo essa mensagem, conhece quantas pessoas assim?

    É essa mensagem espiritual que tentamos passar lá na fazendinha, é certo que nem todos a seguirão, nem todos conseguirão se recuperar, nem todos serão exemplos de atitudes, mas os que conseguem seguir essa mensagem são a prova viva da existência de Deus, pois ali foi realizado um milagre.

    Um abraço a todos, e que Jesus os conduza a verdadeira caridade humana!!! Carlos Eduardo

    domingo, 25 de julho de 2010

    fique por dentro

    r
    Graduação - julho 2010
    Samuel Elias -5 jul 2010 - Recadinho no Orkut

    EU SÓ TENHO O DIA DE HOJE. EU QUERO ESTAR TALVEZ NÃO PREPARADO MAS NA EXPECTATIVA , POIS A QUALQUER MOMENTO ESSE MESMO JESUS VAI VOLTAR E PODERÁ ME ENCONTRAR CAÍDO, MAS CAÍDO EM CAMPO DE BATALHA LUTANDO.....
    Esta casa meu deu nova vida....
    sou eternamente grato à esta "Terra Santa"...
    SÓ POR HOJE VOU SER FELIZ!!!!
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    Janinho▬ ▬-29 jun
    eu não estou ai ,mas estou conseguindo vencer porque estou tentando colocar tudo que aprendi ai em pratica.coisa q não estava fazendo.
    vou ganhar mais um pouco de força ,ai vou fazer uma visita.
    obrigado por tudo q me ensinaram.
    Palavra de Vida
    “O que atenta prudentemente para o ensino achará o bem;e o que confia no Senhor, esse é feliz.”
    Provérbios 16,20
    Para viver com sucesso devemos dominar nossa tendência em dizer e fazer coisas erradas. Devemos desenvolver o jeito de fazer que as coisas possam dar certo.

    segunda-feira, 28 de junho de 2010

    sexta-feira, 25 de junho de 2010


    "Tudo posso naquele que me fortalece."

    Deus vai fazer acontecer ....

    Deixe Deus fazer em sua vida, os milagres que está prometidos!

    Obstáculos fazem parte de nossas vidas e podem nos abalar, mas ,nunca.
    Devem nos derrotar.
    Obstáculos podem até dificultar, mas não impedir de vencermos...
    Obstáculos grandes, de longe a gente vê e conseguimos desviar deles. Difícil são aqueles pequenos, que nós menosprezamos o tamanho deles e estes acabam nos prejudicando...
    Aprendi que para vencer cada obstáculos da vida é preciso unir duas palavras: Perseverança e a força de Vontade, isto significa que são duas armas poderosas para encararmos os desafios que aparecem em nosso caminho...
    “Admito “ que para vencer estes obstáculos da vida, precisamos de uma força maior do que nós mesmos que se chama Deus. Deus que é incomparável e inconfundível que é sempre o mesmo, ontem, hoje e por toda eternidade... Hebreus cap: 13, 8

    Silas Helan, residente da CTSFA graduando do mês de julho 2010

    quarta-feira, 21 de abril de 2010

    Lei antitabaco reduz internações por ataque cardíaco

    Lei antitabaco reduz internações por ataque cardíaco

    nao_fume.jpgLeis que proíbem cigarro em locais públicos diminuem as internações decorrentes de ataques cardíacos. É o que mostra uma revisão de 50 estudos divulgada pela Colaboração Cochrane. O trabalho representa a primeira análise sistemática do efeito das legislações antitabagistas aplicadas em 13 países.

    "Isso deveria encorajar outras nações a fazer o mesmo", afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo a líder do grupo responsável pela revisão, Cecily Kelleher, da University College Dublin, na Irlanda. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o tabaco seja a segunda maior causa de mortalidade do mundo: 10% dos adultos morrem em decorrência do uso.

    A Colaboração Cochrane reúne dados de pesquisas para elaborar revisões sistemáticas que gozam de grande prestígio na comunidade médica. "Estudos assim são muito importantes", aponta a consultora da OMS, Stella Bialous. "Política de saúde séria é feita com evidências científicas: esta revisão deixa claro o consenso sobre o tabaco."

    Há grande discrepância na metodologia das pesquisas incluídas na revisão, o que prejudicou a unificação das estatísticas e a apresentação de porcentuais que resumissem todas as conclusões. Mas, para os autores, as evidências são claras: as medidas realmente diminuem a exposição ao fumo passivo no ambiente de trabalho e demais espaços públicos. Profissionais que trabalham em bares e restaurantes são os mais beneficiados.
    A revisão da Fundação Cochrane também comprovou que a aprovação - e a obediência - às medidas restritivas cresce depois da sua implementação, apesar de toda a polêmica que costuma anteceder à medida.

    BRASIL

    Segundo pesquisa do Sindicado dos Hotéis, Bares e Restaurantes de São Paulo mais de 80% dos profissionais da categoria aprovam a lei antifumo em vigor no estado desde agosto de 2009. No Brasil, além de São Paulo, o Rio e o Paraná proíbem o fumo em locais públicos. No Senado, há um Projeto de Lei (PL n.º 315/08, do senador Tião Vianna) que estende a proibição a todo o País.

    Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

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